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Contemporary Quilts

*Imagem de destaque – Painel Peg Collins

Existem várias definições sobre onde e como usar esse termo. Muitas vezes definidos como colchas modernas, funcionais, com cores fortes e inspiradas por um design moderno. Minimalismos, espaços negativos, expansões, assimetrias, trabalhos alternativos de grades…. partes que compõem um painel, um edredon, um caminho, uma manta, sempre modernas.

Improvisações de emendas, retas, curvas, profundidades…. espacial jogado entre tantas inspirações.

Quase sempre Color block, como diria meu querido Airton Spengler, ou “bold colors” como diria Angela Pingels. Agora podemos ousar com texturas diferentes. Tudo é possível!

Painel: Cecilia Koppman

Ou como faz quase sempre nossa querida Cecilia Koppman, os tecidos podem ser tingidos, com nuances delicadas se fazendo presente.

Enganam-se quem pensa que são fáceis de se fazer. Precisa atenção e muito bom gosto. Capricho em todos as emendas e costuras.

Mas cuidado ao executar…. muitas vezes tornam-se obras totalmente diferentes das que foram projetadas, pois acabam criando vida e nos conduzindo a resultados bem pertinentes ao nosso sentimento.

Eu sou apaixonada por elas. Todas me seduzem para serem reproduzidas. Falta tempo para tantas coisas a serem administradas.

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Eu sou o meu próprio Juiz

Vanessa Lott, Artista e proprietária do Ateliê Ponto do Quilt

 

Vanessa Lott é daquelas cariocas incríveis que temos uma vontade enorme de puxar uma boa taça de vinho e passar a noite toda conversando com ela, ouvindo todas as suas histórias.

Ela é pioneira em várias ações no Brasil no Patchwork. E com isso tem muito a contar e acrescentar para nós.

“Metropolitan”

Começou o Patchwork há muitos anos, e há 15 se dedica exclusivamente de forma profissional a ele.

Sua primeira paixão foram os blocos… a maneira clássica e sedutora dos cáculos x tecidos. (foto Metropolitan)

Pioneira nos Geométricos no Brasil, hoje tão fortemente representados, fez trabalhos maravilhosos de Ilusão de Óptica.

Em 2003 fazendo dupla com a irmã e parceira Hila Leslie, foram semi-finalistas da AQS Paducah, com o trabalho “Toscana”, feita por Hila e Quiltada por Vanessa.

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O sorriso de Putu!

Marina Landi no primeiro dia da abertura do Festival

No Putu Sepi!

Sim esse é o nome dessa figura emblemática que tanto fez sucesso nos meios das mídias sociais nesse final de ano. Sua contadora de história é a Artista Brasileira, também muito conhecida Marina Landi.

Contei e repassei essa história tantas vezes na minha cabeça e em meu notebook. Tamanha responsabilidade em dividir a intimidade dessas duas mulheres. Finalmente as coloco aqui para dividir com todos. Me desculpem por ser longo, mas não tive como cortar mais linhas… Continuar lendo O sorriso de Putu!

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As mudanças das Cores

Cecília Koppmann é daquelas pessoas que nasceram para mostrar ao mundo quão suave suas falas podem ser.
No Floripaquilt  tivemos o nosso primeiro contato. Para mim foi meio que um momento de “Tietagem” pois já acompanhava o trabalho dela pelo Pinterest e pelo Instagram. Foi um workshop enriquecedor, daqueles que a pessoa se doa para que você consiga extrair de si próprio o que se tem de melhor para aplicar no tecido.
Sai em total êxtase! Tanto foi que terminei o trabalho no mesmo mês (nós quilteiras sabemos que há um tempo para que isso possa ocorrer).
Dois dias após o curso, tivemos um novo encontro. Lá estava ela toda dedicada a unir pedaços de tecidos, e de uma forma toda lúdica, me explicou que estava correndo para terminar uma bandeira do Orgulho Gay, que iria entregar a uma amiga em Buenos Aires assim que chegar. Sem perguntar se podia, já comecei a tentar ajuda-la, para que de alguma forma a minha solidariedade pudesse estar inserida nesse movimento que tanto me agrada. Mais um ponto de conquista!
E não tivemos mais contato, a não ser em minhas buscas incessantes de inspirações, onde sempre colocava no Google o nome dela. Continuar lendo As mudanças das Cores
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Nem sempre festivo

Nosso meio é muito complexo…. somos muitas e tão diferentes! Temos uma geração toda composta de profissionais que se aposentaram e resolveram continuar se ocupando com uma atividade bonita e sofisticada. Também há uma geração de artistas, que resolveram se dedicar a criar com tecidos e vivem buscando associar suas técnicas com novos materiais. Criam obras maravilhosas!

Há também várias pessoas, que acabaram por se tornarem comerciantes por osmose e que resolveram se dedicar ao Patchwork como um rentável negócio. Começaram seus ateliês em “garagens” de suas residências e dão show de profissionalismo. Não podemos também esquecer que há uma nova geração, que já desde cedo fez do Patchwork sua primeira opção de vida e profissional. E elas realmente estão mais do que certas. Os números falam por si só…

Mas olhando bem de perto, mais do que arte eu consigo ver um comércio maravilhoso! Precisamos evoluir e muito, mas estamos indo bem… mas há tanto para melhorar!

Há vários festivais no mundo todo, mas alguns são bem famosos para nós latinas. Para muitos o sonho de consumo é poder visitar o Quilt Festival Houston. Continuar lendo Nem sempre festivo